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Editorial
Apresentação da edição de Maio 2015
Thelma Prado Moraes
Editora Científica
Revista Brasileira de Clínica e Terapêutica Neurologia
Maio 15 V 1 N 1

A CEFALEIA EM SALVAS é uma das cefaleias trigêmio-autonômicas, de acordo com a mais nova versão da Classificação Internacional das Cefaleias. Predomina no sexo masculino, e é a mais intensa das cefaleias primárias, causando prejuízo importante na qualidade de vida de seus portadores. As crises são intermitentes, geralmente localizadas na região ocular ou periocular e podem acometer a hemiface, hemicranio e também o pescoço. O diagnóstico é clinico. O tratamento pode ser preventivo, transacional, e agudo. Verapamil, derivados da ergotamina, topiramato, gabapentina, melatonina, esteróides, são alguns dos medicamentos propostos no tratamento. O Dr. Abouch V. Krymchantowsksei aborda de maneira prática esse tema, numa importante revisão.

A Doença de Parkinson acomete 1% dos indivíduos acima de 65 anos. A etiologia continua desconhecida, sendo que o diagnóstico é essencialmente clínico. Os sintomas neuropsiquiátricos fazem parte da Doença de Parkinson desde sua fase inicial e podem anteceder o quadro motor. Os déficits cognitivos e as alterações comportamentais têm sua origem na degeneração das vias dopaminérgicas e noradrenérgicas mesocorticais e mesolímbicas. Fazem parte dos sintomas neuropsiquiátricos da doença de Parkinson: depressão, ansiedade, apatia, psicose, comprometimento cognitivo, demência. A avaliação desses sintomas juntamente com o seu tratamento são descritos no artigo assinado pela Dra. Elisabeth Quagliato.
A Depressão em crianças e adolescentes vem ocorrendo cada vez mais cedo e com maior frequência. É mais comum no sexo feminino, dentre os fatores de risco para a depressão em crianças e adolescentes temos o fator genético, fatores hormonais e sociais, como ambiente, abusos, perda de pais etc. Sintomas frequentes nos pré-escolares são dores, tonturas, fadiga, ansiedade, fobias, irritabilidade, agitação psicomotora, distúrbios do sono,redução de apetite etc. Nos escolares predominam irritabilidade, tristeza, choro fácil, apatia, isolamento social, rendimento reduzido, desejo de morte. O tratamento envolve terapia, uso de medicamentos e treinamento de habilidades escolares. Monoterapia deve ser prioridade no tratamento farmacológico. Toda essa abordagem é feita no artigo dos doutores Sônia M. Palma, Michelle Cury e Kalil Dualibi.

Dra. Thelma Prado Moraes Editora