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Fonte: Ministério da Saúde
portalsaude.saude.gov.br
Revista Equilíbrio & Vida Jul 12 N 2

Pesquisa mostra que diabetes é maior entre mulheres

O número de diabéticos está crescendo no País, segundo dados da pesquisa Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel 2011). Em homens, o percentual subiu de 4,4%, em 2006, para 5,2%, em 2011.


Apesar do aumento, a prevalência de homens que informam ter a doença continua sendo inferior a de mulheres (6%). O levantamento, que coletou dados nas 26 capitais e no Distrito Federal, revelou, ainda, que 5,6% da população declara ter a doença; e que o diagnóstico de diabetes é mais comum em pessoas que estudam menos: 3,7% dos brasileiros com mais de 12 anos de estudo declaram ser diabéticos, enquanto 7,5% dos que têm até oito anos de escolaridade dizem ter a doença. Para o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, os números comprovam que é fundamental trabalhar cada vez mais na prevenção e ampliar o acesso à informação. “É de extrema importância o fortalecimento de ações de prevenção e melhoria na qualidade da educação, além da expansão do diagnóstico e do oferecimento de medicamentos gratuitos”, analisou o ministro.


MS padroniza diagnóstico e tratamento de câncer de ovário

Uma portaria do Ministério da Saúde (MS), publicada dia 23/5, no Diário Oficial da União, estabeleceu diretrizes para diagnóstico e tratamento do câncer epitelial de ovário. A estimativa da pasta é que a doença deve atingir mais de 6 mil brasileiras só em 2012 e provocar cerca de três mil mortes. No mundo, a média é 200 mil novos casos por ano. O objetivo da padronização, de acordo com o ministério, é melhorar o atendimento às mulheres acometidas pela doença e oferecer condições de avaliar os serviços oferecidos pela rede pública de saúde, como a oferta de exames e o tratamento indicado. “Embora os procedimentos de diagnóstico e tratamento do câncer epitelial de ovário já sejam oferecidos no Sistema Único de Saúde (SUS), o Ministério da Saúde espera que a padronização melhore o atendimento às pacientes, estimule boas práticas nos serviços de saúde e permita, no futuro, a avaliação dos centros de oncologia que prestam esse serviço”, explicou o ministério, por meio de nota. Atualmente, o Brasil conta com 270 centros oncológicos, capazes de diagnosticar e tratar esse tipo de câncer, considerado o mais letal entre as neoplasias (proliferação anormal de células) que atingem o aparelho reprodutor feminino.

Fonte: Agência Brasil - agenciabrasil.ebc.com.br


Mortalidade materna tem queda recorde no Brasil

O Brasil registrou queda recorde nos números de mortes maternas em 2011, primeiro ano de funcionamento do programa Rede Cegonha, do Ministério da Saúde. Entre janeiro e setembro do ano passado, foram contabilizados 1.038 óbitos decorrentes de complicações na gravidez e no parto, o que representa queda de 21% em comparação com o mesmo período de 2010, quando 1.317 mulheres morreram por essas causas.

“Essa conquista é muito importante para o País, mas o desafio ainda existe. Nosso esforço é para impedir mortes maternas evitáveis, em parceria com o governo federal, os Estados e os municípios. A Rede Cegonha é uma importante aliada, pois oferece cuidados integrais à saúde da mulher e da criança”, destacou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Esse programa prevê a expansão e qualificação de maternidades; leitos; Centros de Parto Normal; Casas da Gestante, Bebê e Puérpera; o direito ao acompanhante no parto; exames de pré-natal; planejamento familiar; acompanhamento das crianças até os dois anos de idade; entre outras ações.


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Ginecologia, Obstetrícia e Pediatria: 1/4 dos médicos

Dos 371.788 médicos ativos no País, 55,1% são especialistas e 44,9% generalistas, ou seja, 1,23 especialista para cada generalista, segundo dados do censo inédito de especialidades, do estudo Demografia Médica no Brasil – dados gerais e descrições de desigualdades, desenvolvido em parceria entre o Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) e o Conselho Federal de Medicina (CFM). Cerca de 81% dos médicos jovens, com 29 anos ou menos, são generalistas. Já na faixa etária acima de 35, mais de 70% são especialistas. O estudo também derruba a tese de que médicos mais jovens buscam especialidades consideradas mais rentáveis, em detrimento das mais básicas. Duas especialidades, Pediatria e Ginecologia e Obstetrícia, reúnem quase um quarto (24,46%) de todos os titulados.

Fonte: Cremesp - www.cremesp.org.br

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Regras para Acreditação
A Associação Médica Brasileira (AMB) será, agora, a única responsável por administrar a pontuação dos eventos científicos necessários para que o Certificado de Atualização Profissional (CAP) seja emitido.

A AMB informa ainda que as regras para a atualização continuam as mesmas: o médico portador de título de especialista ou certificado de área de atuação que acumular cem pontos no período de cinco anos sequenciais receberá a atualização do documento por meio do CAP.

Em relação ao cadastramento de eventos e à comprovação de participação dos médicos, os organizadores de eventos deverão continuar inscrevendo os mesmos no site www.cna-cap.org.br e enviando as listas de participação dentro do prazo.
Fonte: AMB - www.amb.org.br