Assinaturas Março 2014
23 de Abril de 2014
 » Busca     Avançada
 » Revistas
 » Livros
 » Expediente
 » Conheça a     Editora
 » Dados das     Publicações
 » Agenda
 » Cápsulas
 » Serviços
 » Links

Normas de Publicação da RBM Revista Brasileira de Medicina



Psicologia em Pediatria
Imaturidade escolar - a importância do brincar e o Ensino Fundamental de nove anos
Virgínia Savicius Raimundo Fioravanti
Pedagoga, psicopedagoga institucional, formanda no Curso de Especialização em Distúrbios de Aprendizagem (Faculdade de Medicina do ABC). Diretora pedagógica do Colégio Graphein.
Sônia Maria Romagnolo Campos
Pedagoga, pós-graduada em Educação (PUC-SP) e em Distúrbios de Aprendizagem (Faculdade de Medicina do ABC). Coordenadora pedagógica do Colégio Graphein.
Endereço para correspondência:
Colégio Graphein
R. Cardoso de Almeida, 586
CEP 05013-000
São Paulo - SP.

Recebido para publicação em 05/2007.
Aceito em 06/2007.

© Copyright Moreira Jr. Editora.
Todos os direitos reservados.

Indexado na Lilacs sob nº: S0031-39202008000100005

Numeração de páginas na revista impressa: 66 à 70

Resumo


Não se pode negar que o desejo de todos os pais é ver seus filhos felizes e realizados na vida. Parece simples? Não é! E a cada dia se torna mais complicado atingir esse objetivo, pois existe uma ansiedade muito grande quanto ao que deva ser prioritário na vida da criança: brincar, com todas as suas fases e vivências exploradas em completude, ou colocá-la o mais cedo possível em contato com o saber historicamente construído pela humanidade?

Segundo diversos estudiosos, entre eles Piaget, as experiências são fundamentais para o processo de aprendizagem de uma criança e ocorrem principalmente no convívio com seus pares, durante as brincadeiras e as interações sociais. Além disso, se o tempo e o espaço da interação lúdica forem respeitados, revelarão uma poderosa força de ação preventiva, e até curativa, nos possíveis problemas de aprendizagem que poderão surgir no Ensino Fundamental, pois, é através do jogo simbólico e das trocas sociais que as crianças têm a oportunidade de desenvolver responsabilidades, fazer escolhas, tomar decisões e desenvolver suas capacidades e habilidades específicas (pontos-chave de um profissional de sucesso).

Será que as instituições e os profissionais do Ensino Fundamental estão preparados para acolher e estimular o desenvolvimento global de uma criança de cinco ou seis anos? Com quantos anos ela deve ingressar no Ensino Fundamental? Quanto tempo ela ficará sentada em uma carteira escolar? Haverá tempo e espaço para o lúdico?

Podemos observar à nossa volta que o tempo da infância está diminuindo. Cada dia mais cedo a criança é "adultificada" e cobrada por isso. O que lhe reservará o futuro dependerão das decisões que tomarmos hoje.

Vale a pena acabar com as experiências de uma infância saudável, em nome de uma suposta entrada antecipada no mercado de trabalho? Que pessoa estaremos formando? Quais serão as competências e habilidades desse novo profissional, privado da construção de seus valores e da autoria de sua própria vida?

À cada idade corresponde uma forma de vida que tem valor, equilíbrio, coerência que merece ser respeitada e levada a sério à cada idade correspondem problemas e conflitos reais (...), pois o tempo todo, ela (a criança) teve de enfrentar situações novas (...) Temos de incentivá-la a gostar da sua idade, a desfrutar do seu presente." Snyders, 1993.

Atualmente é comum encontrar famílias com filhos na fase de Educação Infantil que anseiam matriculá-los o quanto antes no Ensino Fundamental, com a justificativa de que esta atitude poderá favorecê-los no mercado de trabalho, aumentando suas possibilidades competitivas, já que estariam preparados, mais cedo, para exercer suas habilidades em um contexto social exigente e de rápidas mudanças. A preocupação que os pais trazem para as escolas é se seria justo segurar a criança um ano, diante do cenário em que vivemos, considerando-se ainda a questão financeira.

Como não há uma padronização legal quanto à divisão de idades na Educação Infantil, não há séries ou turmas preestabelecidas, também não existe um consenso entre as escolas quanto à divisão das faixas etárias. Algumas instituições utilizam o critério semestral, isto é, o aluno deve completar a idade estipulada até o final do primeiro semestre - junho ou julho, para ingressar em determinado grupo. Outras são anuais: a criança pode completar a idade de janeiro a dezembro do respectivo ano letivo, havendo, em muitos casos, uma diferença de até 11 meses entre alunos do mesmo grupo. Assim, muitas crianças já ingressavam na antiga primeira série (do Ensino Fundamental de oito anos) com seis anos, podendo completar sete anos após o segundo semestre, em muitos casos somente em dezembro.

Nesse contexto já era possível existir uma diferença significativa de faixas etárias em um mesmo grupo e, conseqüentemente, de interesses, maturidade físico-motora, emocional, social e cognitiva. Questões como insegurança, desinteresse e falta de motivação pelo aprendizado ou pela escola, dificuldades de aprendizagem ou até mesmo sintomas físicos, como dores abdominais, cefaléias, febre, ou outros, podem ser conseqüências psicossomáticas, fruto de uma imaturidade escolar, ou seja, de uma escolarização precoce que esteja encurtando etapas e vivências importantes, em especial da primeira infância.

Estudos comprovam que é na fase da Educação Infantil, de zero a seis anos, que a criança desenvolve grande parte de sua personalidade e das estruturas fundamentais para a formação integral do ser humano quanto aos aspectos físico, psicológico, intelectual e social. É na primeira infância que ocorrem as maiores transformações cerebrais, é quando o processo de mielinização se dá em ritmo acelerado, organizando as conecções neurológicas que favorecerão a aprendizagem por toda a vida. Sendo assim, é um período bastante relevante à medida que, em um curto espaço de tempo, o desenvolvimento e a maturidade da criança sofrem alterações muito rápidas e significativas.

Até por volta da década de 1960, entendia-se a composição cerebral de uma criança como estática e imutável. Nos dias atuais, a ciência da cognição entende o cérebro infantil como órgão dinâmico que, se estimulado por experiências adequadas, transforma-se de maneira muito significativa. Hoje, acredita-se que a criança que o adulto virá a ser depende bem menos das características inatas, mas muito mais da maneira como, através da educação, será transformado.

De acordo com os estudos de Piaget (1920-1973), o desenvolvimento cognitivo segue um processo seqüencial, respeitando etapas que são caracterizadas por diferentes estruturas mentais. Segundo suas pesquisas, os estágios da inteligência sensório-motora (até dois anos) e da inteligência simbólica ou pré-operatória (de 2 a 7-8 anos) são experiências fundamentais e estruturantes para as fases de desenvolvimento cognitivo posteriores. Em cada etapa ou estágio do desenvolvimento a criança possui uma forma (estrutura mental) de compreender e resolver problemas.

Ainda, segundo outros autores, as experiências mais significativas e estimulantes para a criança se dão, além da troca afetiva, através do ato de brincar. Na brincadeira se articulam na criança a espontaneidade, a criatividade e a progressiva aceitação das regras sociais e morais e, por meio dela, surge o desenvolvimento da inteligência, passando a aprender de forma progressiva, como representar simbolicamente a realidade que a cerca.

Dessa forma, podemos destacar quão importantes são as experiências desafiadoras, os estímulos adequados, as vivências através da brincadeira e das interações sociais na Educação Infantil, para o desenvolvimento saudável das estruturas da inteligência, que irão subsidiar as fases posteriores. Como ficariam, então, o preparo e a estruturação da criança que é privada de tais vivências e experiências, próprias de sua faixa etária ou fase de desenvolvimento? Quais são os riscos e benefícios de uma escolarização precoce?

Não é segredo que a escola sempre procurou atender às necessidades da sociedade e, para isso, organiza-se e se estrutura. Esse processo de ascensão da "criança adultificada" é facilmente comprovado na mídia, que busca refletir valores e estilos dominantes. Nela, a criança praticamente desapareceu e, quando surge, é mostrada como um adulto em miniatura, à maneira das pinturas dos séculos XIII e XIV.

Nesse sentido é importante notar que, à medida que o conceito de infância diminui, seus indicadores simbólicos diminuem com ele. Esse fato pode ser observado na ausência de roupas e calçados infantis, nos hábitos alimentares, na eliminação dos jogos e brincadeiras espontâneas etc.

Nas últimas décadas tem se observado um crescente cerceamento à possibilidade da criança brincar, principalmente nas grandes cidades, por conseqüência de limitações de espaços, aumento da violência urbana ou, ainda, pela ansiedade das famílias e/ou entendimento equivocado de algumas escolas a respeito do processo de alfabetização, ocasionando uma antecipação escolar, em que muitas vezes é suprimido o lúdico da vida da criança. Este fenômeno tem ocorrido independente da classe social a qual ela pertença pois, neste sentido, a privação acontece tanto para aquela que não brinca e é inserida no trabalho infantil, seja no farol vendendo balas ou no cuidado da casa e dos irmãos menores, quanto para aquela que tem tantas atividades em sua rotina, além da escola (inglês, balé, natação, computação, judô, e por causa ou efeito, também em terapias: psicológica, fonoaudiológica etc.) que não sobra tempo e espaço para o brincar.

Em recente pesquisa (Unilever - Instituto Ipsos) sobre o hábito de brincar das crianças, realizada em 77 cidades brasileiras (abrangendo um total de 31,5 milhões de pais e 24,3 milhões de meninos e meninas entre 6 e 12 anos): 84% dos pais concordam que para estarem bem preparadas para a vida, as crianças devem brincar menos e estudar mais 44% acreditam que as crianças devem preencher o tempo livre com atividades extracurriculares 97% das crianças entendem que assistir televisão, DVD ou vídeos é sinônimo de brincadeira e 76% brincam principalmente com os amigos na escola. Estes dados revelam que as crianças brasileiras brincam pouco. Considerando que brincar é um dos quatro parâmetros usados para medir o bem-estar de uma criança, ao lado da qualidade do sono, da alimentação e da higiene, é possível concluir, através dos dados acima descritos, que as crianças estão privadas de brincar e que para uma grande maioria esta atividade se dá somente na convivência escolar.

O tempo e espaço da interação lúdica para a criança são de fundamental importância preventiva e curativa em relação a possíveis problemas de aprendizagem e de saúde mental, são condição para um processo evolutivo neuropsicológico saudável, que se alicerça nos primeiros anos de vida. Quantas dificuldades escolares ou "diagnósticos" de problemas de aprendizagem poderiam ser evitados com a garantia de um desenvolvimento saudável da primeira infância, com a oportunidade da vivência simbólica através do lúdico e do convívio social com outras crianças? Para desenvolver o senso de responsabilidade, por exemplo, a criança precisa ter a oportunidade de fazer escolhas, de tomar decisões, de exercitar suas competências e de desempenhar tarefas coerentes com sua capacidade, que inclui habilidades físicas e mentais. Ao estar inserida em um contexto próprio para sua faixa etária e com a oportunidade de brincar, ela exercita tais competências e experiências.

Através da brincadeira, cada criança manifesta a forma como está organizando sua realidade, vivencia possibilidades, limitações e conflitos dos quais muitas vezes não sabe ou não pode falar. É pelo lúdico que a criança é introduzida de forma gradual, prazerosa e eficiente no universo sócio-histórico-cultural além de fornecer o embasamento para todo o processo de aprendizagem, pois favorece o raciocínio, a reflexão, a construção da autonomia e da criatividade. Privar a criança de brincar e de vivenciar o lúdico, a linguagem simbólica, encurtando o período da primeira infância, iniciando-a na escolarização formal precocemente, é uma atitude que poderá comprometer o desenvolvimento infantil saudável, acarretando conseqüências na vida escolar e na forma como aprende.

A Lei nº 11.274 (de 06.02.06), que altera a Lei de Diretrizes e Bases (n° 9.394/96), propõe o ingresso da criança aos seis anos no Ensino Fundamental, a fim de ampliar o período obrigatório de escolarização em nosso país, democratizando o ensino público. São importantes todas as ações que visem a melhoraria da qualidade da educação brasileira, e que venham a aproximá-la de outros países, pois só através deste recurso teremos a possibilidade de desenvolvimento sustentável. Mas somente esta medida não é suficiente, visto que a área educacional ainda é bastante carente de atenção e investimentos, em um país com as dimensões geográficas e a complexidade sociocultural do Brasil. Embora a medida tenha os objetivos descritos anteriormente, a definição de primeira infância, período do desenvolvimento infantil do zero aos seis anos, com suas características e necessidades específicas não se altera. Neste aspecto é preciso uma atenção especial para não se cair no grave erro de uma escolarização precoce, fato que compromete de maneira significativa a formação da criança, privando-a das vivências próprias da sua fase.

De fato, a Educação Infantil precisa ser reconhecida pela família e pela sociedade, como um trabalho educacional de extrema relevância para o desenvolvimento infantil, e não somente como "a escolinha, lugar recreativo para brincar com outras crianças" (sem que seja considerada a seriedade do brincar nessa fase da vida, mas atribuindo pouca importância a esta função). Ela faz parte da Educação Básica e pode contribuir de forma decisiva para a formação e desenvolvimento diferenciado das crianças. Com a diminuição da permanência da criança na pré-escola, corre-se o risco de uma desvalorização ainda maior desta fase escolar, já pouco destacada em sua importância, à medida que ficará à margem das Escolas de Ensino Fundamental. E, por não ser uma etapa escolar obrigatória, surge o desejo dos pais em matricular seus filhos o quanto antes no Ensino Fundamental.

O Movimento Interfórum de Educação Infantil no Brasil (MIEIB), de Minas Gerais, realizou consulta ao Ministério da Educação, sobre a matrícula de crianças de seis anos no Ensino Fundamental e recebeu como retorno a seguinte citação, através do relator Murílio de Avellar Hingel:

"A Educação Infantil, em particular a pré-escola, trabalha sobre os conceitos espontâneos que são formados pela criança em sua experiência quotidiana, no contato com as pessoas de seu meio, de sua cultura, em confronto com uma situação concreta. (...) A matrícula de crianças de seis anos no Ensino Fundamental (...) representa a introdução da criança de forma prematura no ensino formal, sem a devida preparação (...) A principal atividade da criança até os seis anos é o brinquedo: é nele e por meio dele que ela vai se constituindo. Não se deve impor a seriedade e o rigor de horários de atividade de ensino para essa faixa etária (...) A Educação Infantil cuida das relações entre vínculos afetivos, compartilhamentos, interações entre as crianças pequenas, que precisam ser atendidas e compreendidas em suas especificidades, dando-se-lhes a oportunidade de ser criança e de viver essa faixa etária como criança".

As considerações realizadas pelo relator são de extrema importância, mas será que os sistemas de controle público (Coordenadorias e Diretorias de Ensino), as escolas públicas ou privadas, e em especial os educadores que nelas atuam têm tal consciência, preparo e estrutura pedagógica para atender às crianças de seis anos em consonância com esses princípios?
Note-se que a discussão sobre a qualidade da Educação Infantil e da Educação Básica como um todo não é prioridade em países como o Brasil, onde ainda há a necessidade de se priorizar a ampliação de vagas, a implantação de sistemas e discussões sobre obtenção de financiamentos.

Por isso, a extensão do Ensino Fundamental para nove anos, que na prática significa transformar o último ano da Educação Infantil no ano inicial da primeira fase do Ensino Fundamental, precisa ser melhor estruturada e esclarecida, para não ocasionar a situação complexa de alunos com idades distintas (cinco, seis e sete anos) matriculados no mesmo primeiro ano.

Em suma, a antecipação da entrada das crianças no Ensino Fundamental aos seis anos (completos?) pouco representará na qualidade geral da formação escolar em nosso país, que atualmente tem apresentado níveis alarmantes de inferioridade com relação a outros, se em conjunto não forem priorizados investimentos consistentes e adequados na qualidade da Educação Básica, sobretudo na formação dos educadores. Mais que isso, poderá tornar-se um novo problema educacional, considerando-se os riscos dos equívocos pedagógicos que poderão ocorrer no novo sistema por falta de entendimento, padronização de posturas, preparo e estruturação das instituições públicas ou privadas e seus educadores, a fim de atender à criança desta faixa etária específica. Somado a tudo, ainda há a relevante questão da imaturidade escolar, da antecipação da escolaridade formal, forçando um amadurecimento precoce e encurtando ainda mais a infância, já tão pouco preservada na sociedade atual, comprometendo de forma significativa o tempo do brincar e, conseqüentemente, o desenvolvimento saudável e completo da criança em seus primeiros e fundamentais anos de vida.




Bibliografia
1. Antunes, Celso. Educação Infantil - Prioridade Imprescindível. Rio de Janeiro: Editora Vozes, 2004.
2. Antunes, Camila. Artigo "Escola Pública, Gestão Particular"- Revista Veja - Educação, edição 1995 - ano 40 - n° 6. Editora Abril: 14 de fevereiro/2007.
3. Bochalla, Anna Paula. Artigo "Criança feliz, feliz a Brincar" - Revista Veja - Comportamento, edição1996 - ano 40 - n° 7. Editora Abril: 21 de fevereiro/2007.
4. Bossa, Nádia Oliveira, Vera Barros (Orgs.). Avaliação Psicopedagógica da Criança de zero a seis anos. Rio de Janeiro: Editora Vozes, 1994.
5. Brasil. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação Fundamental. Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil. Brasília: MEC/ SEF, Vol. 1, 2 e 3, 1998.
6. Brasil. Ministério da Educação e do Desporto. Parecer CNE/ CEB nº39/ 2006. Relator: Murílio de Avellar Hingel. Brasília: 08/08/2006.
7. Clemes, Harris BEAN, Reynold. Crianças Seguras - Como aumentar a auto-estima das crianças. São Paulo: Editora Gente, 1995.
8. Clemes, Harris BEAN, Reynold. Crianças Responsáveis - Como desenvolver a responsabilidade na infância. São Paulo: Editora Gente, 1995.
9. Dimenstein, Gilberto. Artigo "O Direito de Brincar"- Jornal Folha de São Paulo - Cotidiano: 02 de novembro/ 2003.
10. Dolle, Jean Marie. Para Compreender Jean Piaget - Uma Iniciação à Psicologia Genética Piagetiana. Rio de Janeiro: Editora Guanabara, 1987.
11. Edwards, Carolyn Pope. Artigo "Ensinando as crianças através de centenas de linguagens". Revista Pátio Educação Infantil. Ano III n° 8, páginas 6-9. Editora Artmed: julho/outubro 2005.
12. Friedmann, Adriana. Artigo "As linguagens simbólicas das crianças". Revista Pátio Educação Infantil. Ano III n° 8, páginas 13 -15. Editora Artmed: julho/ outubro 2005.
13. Ioschpe, Gustavo. Artigo "Os quatro mitos da escola brasileira". Revista Veja Edição 1998 - ano 40 - n°9. Editora Abril: 07 março/2007.
14. La Taille, Yves de. Oliveira Marta Kohl de Danats, Heloysa. Piaget, Vygotsky e Wallon: teorias psicogenéticas em discussão. São Paulo: Summus, 1992.
15. Lima, Soraia. Artigo "Um outro olhar sobre o novo Ensino Fundamental". Jornal da Escola Particular. Publicação mensal do Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino no Estado de São Paulo - Ano 9, n° 108: março/2007.
16. López, Rafael Ernesto. Introdução à Psicologia Evolutiva de Jean Piaget trad. de Álvaro Cabral. São Paulo: Ed. Cultrix, 1992.
17. Mello, Ana Maria Ferreira, Maria Clotilde Rossetti. Artigo "Desafios da Educação Infantil" - Revista Mente e Cérebro - edição 4, série A Mente do Bebê. São Paulo. Editora Duetto.
18. Mussen, Paul H. O Desenvolvimento Psicológico da Criança. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1983.
19. Oliveira, Vera Barros de. O Símbolo e o Brinquedo - A Representação da Vida. Rio de Janeiro: Editora Vozes, 1992.
20. Oliveira, Vera Barros de (org.) Antunha, Elsa Lima Gonçalves Ramos, Aidyl Macedo de Queiroz Pérez Bomtempo, Edda Noffs, Neide de Aquino. O Brincar e a Criança do Nascimento aos Seis Anos. Rio de Janeiro: Editora Vozes, 2000.
21. Oliveira, Zilma Ramos de. Educação Infantil: fundamentos e métodos. São Paulo: Editora Cortez, 2002.
22. Parolin, Isabel Cristina Hierro. Artigo - "Vocês têm pressa do que?"- Revista Aprender Virtual - Psicopedagogia, página 42: Janeiro/fevereiro/ 2003.
23. Pereira, Eugênio Tadeu. Artigo "Brinquedos e Infância" - Revista Criança - do professor de educação infantil, página 07 - n° 37. Ministério da Educação: novembro/2002.
24. Perez, Cilmara Ferrari. "Como construir talentos em nossos filhos" - texto mimeografado (pedagoga USP e Mestre em Educação Unicamp) São Paulo: setembro/ 2004.
25. Perozim, Lívia. Artigo "Mais cedo na Escola - Prova dos Nove" - Revista Educação. Editora Segmento: Setembro/ 2005.
26. Postman, Neil. O desaparecimento da infância trad. de Suzana Menescal de Alencar Carvalho e José Laurenio de Melo. Rio de Janeiro: Graphia, 1999.
27. São Paulo. Conselho Estadual de Educação. Parecer CEE N": 461/2005 - CEB - Relatores: Cons"s Mauro de Salles Aguiar e Wander Soares. Aprovado em 14/12/2005.
28. Vieliczko, Miguel. Artigo - "Agenda de Adulto" - Revista Veja Criança - Edição Especial n° 23 - Ano36 - VEJA 1 803/A. Editora Abril: Maio/2003.
29. Weinberg, Mônica Todeschini, Marcos. Artigo "A Lição do Piauí" - Revista Veja, edição 1997- Ano 40- n° 8. Editora Abril: 28 fevereiro/ 2007.

Referências eletrônicas

1. Portal do MEC: http://portal.mec.gov.br
2. http.www.profissaomestre.com.br : Venturini, Jacir J. Artigo "É tristemente baixa a nossa capacidade de mobilização por um ensino de qualidade" - Jornal Virtual Profissão Mestre - Ano 5, n° 12 - 28/03/07.