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Problemas cardíacos

UNICAMP: Pesquisas apontam novos caminhos

Para atenuar os efeitos do infarto

Pesquisas apontam novos caminhos para o tratamento de problemas cardíacos


As doenças cardiovasculares representam 30% de todas as causas de morte no mundo e de 65% de indivíduos entre 30 e 69 anos de idade no Brasil. A doença cardíaca isquêmica e a doença cerebrovascular representam 21% de todas as causas de morte e o número de casos vem aumentando. Seguindo a mesma tendência, o infarto do miocárdio é hoje uma das mais frequentes causas de óbito e a maior de morte súbita. O infarto do miocárdio é popularmente conhecido como ataque cardíaco e é causado pela redução do fluxo sanguíneo do coração.

Tratamentos para diminuir o tamanho do infarto e reduzir as complicações envolvem cuidados gerais como repouso, monitorização intensiva da evolução da doença, uso de medicações e procedimentos invasivos, como angioplastia coronária e cirurgia cardíaca. O tratamento é diferente conforme a pessoa, já que áreas diferentes do coração podem ser afetadas.

Duas pesquisas do Grupo Brasileiro de Estudo do Coração, também conhecido como Coorte Brasil, liderado pelo médico cardiologista e professor Andrei Sposito, do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Unicamp, estudaram os efeitos, em pacientes infartados, das estatinas – lipoproteínas empregadas para tratar os altos níveis de colesterol – na inflamação durante e após o infarto do miocárdio e a ação do HDL – lipoproteína conhecida como colesterol bom capaz de limpar as artérias de placas de gordura.

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