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Morte Súbita 70% DOS CASOS DE MORTE SÚBITA PODEM SER EVITADOS COM DIAGNÓSTICO PRECOCE Cardiologistas da Beneficência Portuguesa de São Paulo fazem ação de orientação em comemoração ao Dia Nacional de Prevenção de Arritmias Cardíacas e Morte Súbita Coração fora do compasso, batendo mais rápido, devagar ou com a sensação de que ele está prestes a sair do peito podem ser consequências de emoções fortes. Mas, na maioria dos casos, o descompasso dos batimentos do coração pode ser sinônimo de arritmias cardíacas. Estima-se que 250 mil pessoas morrem por ano no Brasil em decorrência da patologia. As arritmias podem ser congênitas ou adquiridas ao longo da vida, como consequência de infartos ou de hábitos de vida inadequados. As arritmias podem evoluir para casos de morte súbita, sendo que cerca de 70% dos casos poderiam ser evitados com o diagnóstico precoce. Preocupados com esses números, o Hospital São José (www.hospitalsjose.org.br) e a Beneficência Portuguesa de São Paulo (www.bpsp.org.br) e aproveitam o Dia Nacional de Prevenção das Arritmias Cardíacas e Morte Súbita, (12/11), para alertar sobre o tratamento e evitar o aumento de ocorrências. Após os 40 anos de idade, é recomendada a realização de um check-up cardiológico, com exames que podem identificar possíveis problemas cardíacos. Além da avaliação clínica, Silas Galvão e Tarcisio Vasconcelos, médicos cardiologistas da Beneficência Portuguesa de São Paulo, orientam que os pacientes devem realizar eletrocardiogramas e testes ergométricos. “Maus hábitos alimentares, tabagismo, sedentarismo, estresse e consumo excessivo de bebida alcoólica são fatores de risco para problemas coronarianos como as arritmias”, afirma o especialista Dr. Galvão. A presença de desfibriladores externos automáticos (DEA), em locais de grande circulação de pessoas, também é fator decisivo para a reversão das vítimas de morte súbita. De acordo com os especialistas, ambientes como shoppings centers, supermercados, clubes, estações de trem e universidades, por exemplo, devem estar equipados com desfibriladores. “A presença do aparelho em aglomerados de pessoas pode recuperar as vítimas em atendimentos rápidos”, afirma ainda o Dr. Vasconcelos. Arma poderosa: A ablação por catéter é considerada pelos especialistas uma “arma” poderosa no tratamento de casos de arritmia cardíaca. O procedimento consiste em realizar a cauterização da região que está gerando o ritmo anormal do coração. Um pequeno catéter é introduzido no coração e elimina, por meio da cauterização, o local que provoca a arritmia. A Beneficência Portuguesa de São Paulo é pioneira na utilização de ablação por catéter. Nas últimas duas décadas mais de 300 pacientes foram submetidos ao procedimento na Instituição. Segundo os especialistas, a ablação por catéter elimina a arritmia em muitos dos casos, além de ser um procedimento rápido, pouco invasivo e que pode ser curativo. Após dois dias de internação, o paciente volta a ter vida normal. Implante de desfibrilador: A implantação de desfibriladores no peito dos pacientes é uma opção para o tratamento de pacientes que tenham grandes chances de apresentar morte súbita. O aparelho serve como um marca-passo e dispara uma carga elétrica cada vez que o coração falhar. A Beneficência Portuguesa de São Paulo é uma das pioneiras na utilização da técnica no país. Os primeiros registros de implantes de desfibriladores no mundo são de 1985, após três anos, em 1988, a Instituição já aplicava a tecnologia. Orientar para salvar: Nesta sexta-feira, o Hospital São José e a Beneficência Portuguesa de São Paulo e, em parceria com a Sobrac (Sociedade Brasileira de Arritmias Cardíacas) promovem uma ação de orientação sobre arritmias cardíacas e morte súbita para pacientes, familiares e colaboradores da Instituição. Durante todo o dia, cardiologistas do Complexo Hospitalar vão orientar as pessoas sobre como prevenir e tratar as arritmias cardíacas. Uma tenda será montada no Complexo onde acontecerão palestras sobre a doença e como prevenir a morte súbita. Beneficência Portuguesa de São Paulo: Com 152 anos completados em 2011, a Beneficência Portuguesa de São Paulo é um dos maiores complexos hospitalares privados da América Latina, com alcance de atendimento de 1,5 milhão de pessoas por ano e excelência em cardiologia, transplantes, neurologia, gastroenterologia, urologia, ortopedia e oncologia. Em 2007, foi inaugurado o Hospital São José, projetado para ser referência em oncologia, cardiologia, ortopedia e neurologia, com diferenciais em tecnologia e hotelaria hospitalar. Hospital São José: Inaugurado em 2007, o Hospital São José é referência em oncologia, cardiologia, ortopedia e neurologia. Projetado para o atendimento de pacientes particulares e de planos de saúde A/B, o São José oferece alguns diferenciais como gastronomia, hotelaria hospitalar e tecnologia de ponta para exames e diagnósticos. O hospital, acreditado com o selo da JCI - Joint Commission International, pertence à Beneficência Portuguesa de São Paulo, um dos maiores complexos hospitalares privados da América Latina. |