Cirrose
hepática
Novo exame
detecta com
maior precisão
Novo exame
detecta com
maior precisão a
cirrose hepática
Disponível no
Centro de
Diagnóstico
Schmillevitch,
método substitui
biópsia do
fígado ao
realizar análise
detalhada do
órgão. Indolor,
rápido e
não-invasivo, a
nova
elastografia
oferece ainda
menos riscos aos
pacientes
Cerca de 50% dos
brasileiros não
sabem o que é
hepatite C, de
acordo com
pesquisa da
Sociedade
Brasileira de
Hepatologia.
Principal
pandemia no
mundo, a doença
causa um milhão
de mortes por
ano no mundo
São Paulo,
outubro de 2011
– O Centro de
Diagnóstico
Schmillevitch
acaba de
adquirir um
aparelho de
última geração
que realiza a
elastografia
ARFI, novo exame
de ultrassom que
avalia o grau de
fibrose do
fígado. Além de
poder substituir
a biópsia na
identificação da
cirrose, o novo
método avalia os
riscos do
desenvolvimento
de um câncer
hepático.
Indicado
principalmente
para portadores
de hepatite B e
C e alcoólatras,
o teste aponta o
estágio da
doença em cinco
graus distintos.
Diferentemente
da biópsia
tradicional, é
indolor, rápido
(não dura mais
do que cinco
minutos) e
não-invasivo,
oferecendo menos
riscos ao
paciente. Outra
vantagem é que
seu resultado é
imediato.
De acordo com o
médico Joel
Schmillevitch, a
elastografia
ARFI permite
quantificar o
grau de fibrose
do fígado,
informação
fundamental para
decisão do
tratamento. O
exame detecta
também a
presença de
nódulos no
fígado, que
podem
corresponder a
tumores
malignos.
Tanto as
hepatites quanto
o consumo
excessivo de
álcool agridem o
tecido hepático,
provocando
fibrose, que
pode levar à
cirrose. “O
sangue rico em
nutrientes do
sistema
digestivo é
drenado para o
fígado pela veia
porta. No órgão,
é metabolizado
antes de cair na
circulação
sistêmica. Com
fibroses ou
obstruções, o
sangue retorna
por outras
veias, causando
dilatações
anormais,
hemorragias, e
pode levar à
morte”.
Disponível em
poucos centros
de saúde do
país, o novo
aparelho permite
ainda um
ultrassom
completo do
abdômen e um
dopler da veia
porta, por um ¼
do preço de seu
antecessor, o
Fibroscam.
Sendo o único
laboratório em
São Paulo a
disponibilizar o
método, o Centro
de Diagnóstico
Schmillevitch
fez uma parceria
com a Faculdade
de Ciências
Médicas da Santa
Casa para
realizar
pesquisa de
comparação dos
benefícios da
nova
elastografia em
relação à
biópsia, que
deverá ser
finalizada em
novembro.
Os riscos de uma
biópsia
convencional
envolvem
sangramentos,
dor e infecção.
“Imagine
realizar um
exame desses
todos os anos,
como acontece
com os pacientes
transplantados,
é um incomodo
que oferece
riscos. O novo
aparelho garante
maior precisão e
conforto a essas
pessoas”,
destaca.
Inúmeros
trabalhos
científicos
demonstram que a
elastografia
ARFI apresenta
os mesmos
resultados que a
biópsia
hepática.
Segundo dados no
Ministério da
Saúde, 3 milhões
de brasileiros
sofrem de
hebatite C e 2
milhões de
hepatite B. Como
se trata de uma
doença
silenciosa
(assintomática),
a maioria nem
desconfia ser
portador do
vírus,
responsável
pelas duas
enfermidades.
Já a cirrose
hepática causada
pelo alcoolismo
afeta cerca de
15 milhões de
pessoas no país,
causando a morte
de 11 mil por
ano. A doença
virou destaque
na mídia
recentemente por
causa do
ex-jogador de
futebol Sócrates
em estado grave
devido às
complicações da
doença.
Sobre o
Centro de
Diagnóstico
Schmillevitch:
Conhecido pelo
pioneirismo na
área de
ultrassonografia
tridimensional e
medicina fetal e
com 30 anos de
experiência, o
Centro de
Diagnóstico
Schmillevitchdisponibiliza
os mais
avançados exames
de ponta em
análises
clínicas e
imagens. Com
seis unidades na
cidade de São
Paulo (Unidade
Angélica,
Unidade Jardins,
Unidade Santana,
Unidade Tatuapé,
Unidade Sumaré e
Unidade Santa
Catarina) e
aclamado por sua
excelência em
medicina
diagnostica,
realiza mais de
15 mil exames de
imagens por mês.
Oferece ainda o
Programa Popular
que permite à
população
realizar os
procedimentos
com mais de 50%
de desconto.